Associação
de Criadores de Bovinos da Raça Jersey do Uruguai.
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garantia do que você compra.
A raça
Jersey é a mais definida das raças leiteiras Inglesas,
originada na pequena ilha de Jersey só 11655 hectares. no Canal
da Mancha. Desenvolvendo-se a parir do ano 1200 adaptada às necessidades
dos habitantes da ilha e as possibilidades das pastagens de um meio
limitado. Não há segurança quanto à origem
das raças originárias contudo aceitam-se como base: o
gado negro pequeno da Bretanha e o vermelho grande da Normandía.
Em 1763,
os povoadores da ilha motivados pelo interesse que geravam suas pequenas
vacas, decidirão preservar as caraterísticas da raça
e proibiram a introdução de bovinos que não fossem
destinados ao abate e que garantissem desta forma a preservação
da Raça. E a partir desta data, a genética da mesma. Em
1833, se forma a primeira associação de criadores com
o nome de, Jersey Agricultural and Horticultural Society, em 1836 se
realiza a primeira Exposição.
Sua distribuição
é mundial, sendo as primeiras exportações realizadas
para Inglaterra em 1811, logo depois EE.UU em 1817, Austrália
em 1854, Nova Zelândia em 1862, Canadá em 1868, Sudáfrica
em 1877, Suecia em 1893, Dinamarca e Brasil em 1896, Argentina em 1909
e Uruguai em 1910.
Introdução
desta raça no Uruguai
O dia 28
de setembro da1 910 marca-se nos registros genealógicos da Associação
Rural do Uruguai o primeiro animal da raça Jersey.
O H.B.U.
Nº 21, da raça foi uma vaca, importada da Inglaterra por
Federico R. Vidiella, nascida ali, no dia de 10 de março de 1896,
de nome Welcome Nº 20, RP 20, seu pai foi Póiux Prince IHB
1159 e sua mãe Cariols Welcome 2.
As importações
conhecidas que deram origem ao rodeio Jersey uruguaio.
13 fêmeas
2 machos desde a Inglaterra por Federico R.Vidiella
1 fêmea
desde a Argentina por Carlos Von Metzen
1 macho
desde a Inglaterra por Aarón da Anchorena
7 fêmeas
desde a Inglaterra por Estancia Guaviyú
1 macho
desde a Argentina por P. Márti
1 macho
desde a Inglaterra por Estancia Guaviyú
14 fêmeas
e 2 machos desde a Argentina por J. Valdéz
1943
3 fêmeas
desde a Argentina por R.
29 fêmeas
e 3 machos desde o Canadá
Até
aqui a base genética da Raça Jersey ao fundar-se a Associação.
Merece que também se mencione a atividade desenvolvida pela Cabanha
da Direção da Agronomia que na Estanzuela com a direção
do lng. Juan P. Barriola manteve um plantel Jersey que foi a base de
conhecidos criadores de nossa época. Este plantel teve origem
nos animais importados da Inglaterra pela Estância Guaviyú
e manteve sua atividade até 1969, ano em que foi disperso.
Caraterísticas
do Jersey
Geral
Tem que ter angulosidade e fortaleza, indicando eficiência na
produção.
Cor
Variam consideravelmente na cor, contudo o mais característico
é um certo tom café desde muito claro até aproximadamente
o preto, com ou sem manchas brancas. O focinho é preto rodeado
de um anel de cor chegando ao branco e a língua e borla da cauda
pode ser preta, branca ou mista.
Tamanho
O peso ideal da vaca Jersey madura em produção é
em torno de 1,000 libras. Sua altura ao nível da cruz é
numa vaca Jersey madura de 50 polegadas (127 cm.). A vaca Jersey usualmente
tem sua primeira cria entre os 23 e 25 messes da idade. Atinge sua total
maturidade aos 6 anos. O peso da vaca está influenciado pela
sua condição e período da lactância.
Produtos
de séculos
Mais de
quinhentos anos de seleção genética tem tido como
resultado o tipo leiteiro ideal atingindo pela raça Jersey. O
primeiro propósito unificado de melhorar a conformação
do Jersey deu-se inicio em 1834 na ilha de Jersey, local da origem da
raça No mesmo ano se desevolve uma escala de pontos e se realiza
a primeira exposição local.
Quando
a Jersey foi importada aos U.S.A., exposições de gado
leiteiro se organizaram neste País, permitindo aos criadores
selecionar àquelas caraterísticas relacionadas com a produção
do leite e estabelecer assim qualidades que servem como, armação
comercial da raça. Em 1932, um programa da classificação
pelo tipo foi inaugurado pela The American Jersey Cattle Club.
Esta classificação
permite aos criadores observar o quanto seus animais estão conformados
em relação com o tipo ideal da raça.
Este programa
e seu melhoramento sub-seguintes, tem comseguido reafirmar muito daquelas
qualidades que estão asociadas com uma longa vida de produção
eficiente, tais como: uma boa conformação leiteira, capacidade
corporal ampla, patas fortes e um sistema mamário bem aderido,
simétrico e capaz de produzir níveis altos de leite.
Atualmente,
autoridades e líderes no campo da leiteria reconhecem que a raça
Jersey é a que tem uma proporção maior de animais
que se aproximam ao tipo ideal leiteiro que qualquer outra raça.
As Jerseys são conhecidas especialmente pela sua úbere
bem conformada e sua fixação mais forte. São assim
também mais angulares e menos toscas e amplas que as vacas de
outras raças.
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